Meca recebeu o segundo grupo do programa do Custodiante das Duas Mesquitas Sagradas para Umrah e visitação, composto por 250 peregrinos, homens e mulheres, provenientes de 23 países da Europa e Ásia.
Conforme informou a agência estatal saudita SPA em 12 de agosto de 2026, os participantes expressaram gratidão pela hospitalidade e pelos serviços prestados desde a chegada à Arábia Saudita após a realização dos ritos da Umrah.
O programa é executado pelo Ministério dos Assuntos Islâmicos, Chamada e Orientação. Entre os relatos, Salima Paul, do Reino Unido, descreveu a presença de muçulmanos de diversas nacionalidades e culturas na Masjid al-Haram como uma manifestação de igualdade, fraternidade e unidade islâmica.
Kleton Mali, da Albânia, descreveu a primeira visita à Caaba como uma experiência espiritual, enquanto Ibrahimoglu, da Macedônia do Norte, mencionou sentimentos de paz e felicidade. Altay Krimov, da Bulgária, elogiou os níveis de recepção, transporte, acomodação e as orientações religiosas e executivas.
Os convidados agradeceram ao Rei Salman bin Abdulaziz Al Saud, ao Príncipe Mohammed bin Salman bin Abdulaziz Al Saud, ao Ministério dos Assuntos Islâmicos, Chamada e Orientação e ao Sheikh Abdul Latif bin Abdulaziz Al-Sheikh pela organização e facilitação dos ritos e programas culturais e científicos.
Quem compõe o segundo grupo do programa de Umrah? O grupo é composto por 250 peregrinos, entre homens e mulheres, vindos de 23 países da Europa e Ásia. O programa é executado pelo Ministério dos Assuntos Islâmicos, Chamada e Orientação.
Quais serviços foram destacados pelos peregrinos? Altay Krimov, da Bulgária, elogiou a recepção, o transporte, a acomodação e as orientações religiosas e executivas. Os peregrinos agradeceram a hospitalidade e os serviços prestados desde a entrada na Arábia Saudita.
Quais foram as impressões dos visitantes sobre a Masjid al-Haram? Salima Paul, do Reino Unido, viu a diversidade de nacionalidades na Masjid al-Haram como um sinal de unidade e fraternidade islâmica. Kleton Mali, da Albânia, descreveu a primeira visita à Caaba como uma experiência espiritual.