A região de Najran, na Arábia Saoudita, e as províncias de Marib e Hadramout, no Iêmen, foram alvos de ataques da milícia houthi que resultaram em civis feridos, além de mortos e feridos entre as forças governamentais iemenitas.
Conforme informou a agência estatal saudita SPA em 7 de agosto de 2026, o presidente do Parlamento Árabe, Mohammed Al Yamahi, condenou as ações, afirmando que os ataques constituem uma violação flagrante do direito internacional e do direito internacional humanitário.
Em comunicado, Al Yamahi expressou a solidariedade do Parlamento Árabe com o Reino da Arábia Saoudita e a República do Iêmen diante de agressões contra a segurança, a integridade territorial e os cidadãos de ambos os países.
O presidente do órgão destacou que a escalada compromete esforços regionais e internacionais para a estabilidade, agrava sofrimentos humanitários e ameaça a resolução política da crise iemenita, pedindo que a comunidade internacional proteja os civis. O texto não detalha o número exato de vítimas.
Quais locais foram atingidos pelos ataques houthi? Os ataques atingiram a região de Najran, na Arábia Saoudita, onde civis ficaram feridos. No Iêmen, as ofensivas visaram posições e unidades das forças governamentais nos governatorados de Marib e Hadramout, resultando em mortos e feridos.
Qual a posição do Parlamento Árabe sobre as agressões? O presidente do Parlamento Árabe, Mohammed Al Yamahi, condenou firmemente os ataques, classificando-os como violações do direito internacional e humanitário. Ele manifestou solidariedade à Arábia Saoudita e ao Iêmen quanto à sua segurança e integridade territorial.
Quais as consequências apontadas por Mohammed Al Yamahi? Al Yamahi afirmou que os ataques representam uma escalada perigosa que prejudica a estabilidade regional e os esforços internacionais de redução de tensões. Segundo ele, as ações agravam a crise humanitária e ameaçam um acordo político global para o Iêmen.