A Mesquita de Al-Jubail, no Centro Thaqif, ao sul de Taif, na Região de Makkah, será restaurada dentro da segunda fase do Projeto Mohammed bin Salman para o Desenvolvimento de Mesquitas Históricas. A construção em pedra segue o estilo arquitetônico da região de Sarat e tem três séculos. Após a conclusão das obras, a área da mesquita chegará a 310 metros quadrados, e a capacidade permanecerá em 45 fiéis.
Conforme informou a agência estatal saudita SPA em 26 de março de 2025, a mesquita é conhecida pela construção em pedra erguida no estilo arquitetônico da região de Sarat há três séculos. Esse caráter patrimonial distinto garantiu à mesquita um lugar na segunda fase do projeto, que busca restaurar a essência arquitetônica tradicional e ampliar a conscientização pública sobre a importância de preservar mesquitas históricas.
A reconstrução usará técnicas que mantêm o material de construção principal — as pedras da Montanha Sarat — ao lado de madeira local para tetos, colunas, janelas e portas. Os materiais vão preservar a característica que define o edifício: as aberturas estreitas, reflexo do estilo próprio dessa tradição arquitetônica. Não é esse o ponto em que a restauração deixa de ser obra e passa a ser memória construída?
O projeto procura equilibrar padrões de construção tradicionais e modernos para assegurar a sustentabilidade dos elementos da mesquita, integrando traços patrimoniais e históricos. A reforma é executada por empresas sauditas especializadas em edifícios patrimoniais, com a participação de arquitetos sauditas, para garantir a preservação da identidade arquitetônica original de cada mesquita. Quem melhor do que arquitetos locais para reconhecer o que uma pedra antiga quer continuar dizendo?
O lançamento da segunda fase do projeto ocorre após a conclusão bem-sucedida da primeira fase, que incluiu a reabilitação e a restauração de 30 mesquitas históricas em 10 regiões. O projeto tem quatro objetivos estratégicos: restaurar mesquitas históricas para o culto, preservar sua autenticidade arquitetônica, destacar o patrimônio cultural do Reino e reforçar sua importância religiosa e cultural. O projeto também se alinha à Visão Saudita 2030 ao preservar o patrimônio arquitetônico e integrá-lo aos projetos modernos de mesquitas.
A mesquita fica no Centro Thaqif, ao sul de Taif, na Região de Makkah. A localização não é detalhe menor: Taif e seu entorno guardam parte da história arquitetônica do oeste saudita, e o Centro Thaqif aparece no texto da SPA como o ponto exato onde essa construção de pedra resistiu por três séculos. Como uma estrutura de pedra atravessa três séculos e ainda permanece de pé para ser restaurada?
O texto da SPA descreve a mesquita como renomada por sua construção em pedra no estilo da região de Sarat. Esse estilo, segundo a agência, inclui as aberturas estreitas que a reconstrução pretende manter. As pedras da Montanha Sarat continuarão sendo o material principal, acompanhadas de madeira local usada em tetos, colunas, janelas e portas. Cada um desses elementos carrega uma decisão construtiva antiga que a obra agora precisa respeitar.
A área final de 310 metros quadrados e a capacidade de 45 fiéis são os dois números que a SPA fornece sobre o resultado da intervenção. A capacidade permanece a mesma depois da renovação, o que indica que o projeto não busca ampliar o espaço de culto, mas preservar o que já existe. Faz sentido restaurar sem aumentar a capacidade de uma mesquita histórica?
A execução está a cargo de empresas sauditas especializadas em edifícios patrimoniais. A SPA informa que arquitetos sauditas participam do processo para assegurar a preservação da identidade arquitetônica original de cada mesquita. O projeto, portanto, não trata apenas de materiais: trata de quem conhece a tradição construtiva local e de como essa tradição é aplicada em cada intervenção. Sem esse conhecimento, uma restauração pode apagar justamente o que pretendia salvar.
A primeira fase do projeto, já concluída, abrangeu a reabilitação e a restauração de 30 mesquitas históricas em 10 regiões. A segunda fase, da qual Al-Jubail faz parte, dá continuidade a esse esforço. O texto da SPA não detalha quantas mesquitas integram a segunda fase nem quais regiões serão atendidas além da Região de Makkah. O que se sabe é que a experiência da primeira fase serve de base para a etapa seguinte.
Os quatro objetivos estratégicos listados pela SPA organizam o sentido do projeto. O primeiro é restaurar mesquitas históricas para o culto. O segundo é preservar sua autenticidade arquitetônica. O terceiro é destacar o patrimônio cultural do Reino. O quarto é reforçar a importância religiosa e cultural desses edifícios. São objetivos que se cruzam: uma mesquita restaurada serve ao culto e, ao mesmo tempo, documenta uma técnica construtiva. Como separar o valor religioso do valor arquitetônico de um lugar assim?
O alinhamento com a Visão Saudita 2030 aparece no texto da SPA como preservação do patrimônio arquitetônico e integração desse patrimônio aos projetos modernos de mesquitas. A formulação sugere que o projeto não olha apenas para o passado, mas para a forma como mesquitas serão concebidas adiante. O estilo de Sarat, com suas pedras e aberturas estreitas, entra nessa equação como referência. O que uma mesquita contemporânea pode aprender com uma construção de três séculos?
A SPA descreve o equilíbrio entre padrões tradicionais e modernos como meio de assegurar a sustentabilidade dos elementos da mesquita. Sustentabilidade, aqui, aparece ligada à durabilidade física dos materiais e à continuidade do uso. A madeira local em tetos, colunas, janelas e portas, junto com as pedras da Montanha Sarat, forma o conjunto que precisa resistir ao tempo depois da obra. Não é esse o teste real de qualquer restauração: o que acontece décadas depois?
O texto da SPA foi divulgado em 26 de março de 2025, com data local de Taif. A mesquita está no Centro Thaqif, ao sul de Taif, na Região de Makkah. A construção em pedra remonta a três séculos e segue o estilo arquitetônico da região de Sarat. Esses são os elementos de localização e origem fornecidos pela agência. A partir deles, o leitor pode situar a mesquita no mapa e no tempo.
A segunda fase do Projeto Mohammed bin Salman para o Desenvolvimento de Mesquitas Históricas tem, portanto, em Al-Jubail, um caso que reúne os principais traços descritos pela SPA: pedra local, madeira local, aberturas estreitas, área definida de 310 metros quadrados, capacidade mantida em 45 fiéis, execução por empresas sauditas e participação de arquitetos sauditas. Cada um desses pontos aparece no material da agência e compõe o retrato da intervenção. Qual desses elementos, afinal, é o mais frágil de preservar?
A SPA não informa o custo da obra, o prazo de conclusão nem a data de início dos trabalhos em Al-Jubail. Também não detalha quantas mesquitas compõem a segunda fase nem lista as demais mesquitas incluídas. O texto não indica o nome das empresas responsáveis pela execução nem dos arquitetos envolvidos. Essas informações não constam do material divulgado pela agência estatal saudita.
Onde fica a Mesquita de Al-Jubail e por que ela é considerada histórica? A Mesquita de Al-Jubail fica no Centro Thaqif, ao sul de Taif, na Região de Makkah. Segundo a SPA, ela é renomada por sua construção em pedra erguida no estilo arquitetônico da região de Sarat há três séculos. Esse caráter patrimonial distinto garantiu à mesquita um lugar na segunda fase do Projeto Mohammed bin Salman para o Desenvolvimento de Mesquitas Históricas, que busca restaurar a essência arquitetônica tradicional e ampliar a conscientização sobre a preservação de mesquitas históricas.
Quais serão a área e a capacidade da mesquita após a restauração? Conforme a SPA, após a conclusão do processo de desenvolvimento, a área da Mesquita de Al-Jubail chegará a 310 metros quadrados. A capacidade permanecerá em 45 fiéis depois da renovação. Isso indica que a intervenção não amplia o espaço de culto, mas preserva o que já existe. A agência estatal saudita não informou custo, potência de obra nem prazo de conclusão para a mesquita.
Quais materiais e técnicas serão usados na reconstrução? A reconstrução utilizará técnicas que mantêm o material de construção principal, as pedras da Montanha Sarat, ao lado de madeira local para tetos, colunas, janelas e portas. Segundo a SPA, esses materiais preservarão a característica que define o edifício: as aberturas estreitas, reflexo do estilo próprio dessa tradição arquitetônica. O projeto busca equilibrar padrões tradicionais e modernos para assegurar a sustentabilidade dos elementos da mesquita, integrando traços patrimoniais e históricos.
Quem executa a restauração e como a identidade arquitetônica é preservada? A SPA informa que a renovação é executada por empresas sauditas especializadas em edifícios patrimoniais, com a participação de arquitetos sauditas. Essa participação tem o objetivo de garantir a preservação da identidade arquitetônica original de cada mesquita. O projeto não trata apenas de materiais, mas de quem conhece a tradição construtiva local e de como essa tradição é aplicada em cada intervenção. A agência não divulgou os nomes das empresas nem dos arquitetos envolvidos.
Quais são os objetivos do projeto e como ele se liga à Visão Saudita 2030? O projeto tem quatro objetivos estratégicos: restaurar mesquitas históricas para o culto, preservar sua autenticidade arquitetônica, destacar o patrimônio cultural do Reino e reforçar sua importância religiosa e cultural. Segundo a SPA, o projeto também se alinha à Visão Saudita 2030 ao preservar o patrimônio arquitetônico e integrá-lo aos projetos modernos de mesquitas. A primeira fase, já concluída, incluiu a reabilitação e a restauração de 30 mesquitas históricas em 10 regiões.
O que a SPA não informou sobre a segunda fase do projeto? A SPA não informou o custo da obra, o prazo de conclusão nem a data de início dos trabalhos na Mesquita de Al-Jubail. Também não detalhou quantas mesquitas compõem a segunda fase nem listou as demais mesquitas incluídas. O texto não indica o nome das empresas responsáveis pela execução nem dos arquitetos envolvidos. Essas informações não constam do material divulgado pela agência estatal saudita em 26 de março de 2025.