Thursday, September 24, 2026
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Arábia Saudita lidera Coalizão Multinacional de Defesa Marítima

Arábia Saudita lidera Coalizão Multinacional de Defesa Marítima

O Contra-Almirante Abdullah bin Salem Alshehri, comandante da Coalizão Multinacional de Defesa Marítima, afirmou que a Arábia Saudita lidera a iniciativa internacional para reforçar a segurança marítima e proteger a economia global.

Conforme informou a agência estatal saudita SPA em 6 de agosto de 2026, a coalizão visa proteger interesses marítimos compartilhados no Estreito de Bab al-Mandab, no Mar Vermelho e no Golfo de Aden.

O Reino sediou a reunião de fundação da coalizão com a presença de 43 países. Alshehri declarou que a cooperação de defesa multilateral e a coordenação contínua são fundamentais para garantir a liberdade de navegação, a segurança das cadeias de suprimentos e o abastecimento de energia.

Alguns países anunciaram a adesão à coalizão por meio de uma declaração conjunta ao final da reunião, enquanto outros completam procedimentos nacionais para ingressar. A adesão permanece aberta a todos os países interessados.

O comandante afirmou que a coalizão é puramente defensiva e não visa qualquer país, organização ou coalizão. A sede e a liderança do grupo ficam na Arábia Saudita.

Qual é o objetivo da Coalizão Multinacional de Defesa Marítima? A coalizão visa reforçar a segurança marítima e proteger a economia global e interesses compartilhados no Mar Vermelho, no Golfo de Aden e no Estreito de Bab al-Mandab. Seus objetivos incluem garantir a liberdade de navegação, assegurar as cadeias de suprimentos e proteger os recursos energéticos.

Quantos países participaram da reunião de fundação? A Arábia Saudita sediou a reunião de fundação com a presença de 43 países. Alguns desses países anunciaram a adesão imediata via declaração conjunta, enquanto outros seguem com trâmites nacionais para ingressar na coalizão.

Qual é a natureza da coalizão liderada pela Arábia Saudita? O comandante Abdullah bin Salem Alshehri afirmou que a coalizão é puramente defensiva em sua natureza. Ele ressaltou que a iniciativa não tem como alvo qualquer país, organização ou outra coalizão existente.