Monday, September 21, 2026
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Secretário-Geral do GCC condena ataque iraniano a navio da ADNOC no Estreito de Ormuz

Secretário-Geral do GCC condena ataque iraniano a navio da ADNOC no Estreito de Ormuz

O Estreito de Ormuz foi o local de um ataque iraniano contra um navio petroleiro da empresa ADNOC, dos Emirados Árabes Unidos, condenado pelo Secretário-Geral do Conselho de Cooperação do Golfo (GCC).

Conforme informou a agência estatal saudita SPA em 8 de agosto de 2026, Jasem Mohamed Albudaiwi classificou a ação como uma escalada perigosa e inaceitável, que ameaça a segurança da navegação marítima e do comércio internacional em um dos corredores aquáticos mais vitais do mundo.

O Secretário-Geral rejeitou tentativas iranianas de transformar o corredor internacional em ferramenta de pressão e ameaça. Ele convocou a comunidade internacional a adotar uma posição firme para interromper tais ataques e garantir a liberdade de navegação, seguindo o direito internacional e o direito internacional do mar.

Albudaiwi reafirmou a solidariedade do GCC com os Emirados Árabes Unidos e o apoio a todas as medidas tomadas pelo país para proteger sua segurança, soberania, propriedades e interesses. A nota não detalha danos materiais ou vítimas.

O que aconteceu no Estreito de Ormuz? Um navio petroleiro da empresa ADNOC, pertencente aos Emirados Árabes Unidos, foi alvo de um ataque iraniano enquanto atravessava o Estreito de Ormuz. O Secretário-Geral do GCC, Jasem Mohamed Albudaiwi, classificou o evento como uma ameaça direta à navegação marítima e ao comércio internacional.

Qual foi a posição do Secretário-Geral do GCC? Jasem Mohamed Albudaiwi condenou o ataque em termos severos, definindo-o como uma escalada perigosa e inaceitável. Ele rejeitou o uso do corredor internacional como ferramenta de pressão e pediu que a comunidade internacional assuma a responsabilidade de impedir a repetição desses atos.

Quais leis devem ser seguidas para a navegação? O Secretário-Geral do GCC defendeu que a liberdade e a segurança da navegação marítima sejam garantidas conforme os princípios do direito internacional, do direito internacional do mar e das resoluções internacionais pertinentes.