A Liga Mundial Muçulmana (MWL) condenou as incursões israelenses em curso e as violações da santidade da Mesquita de Al-Aqsa por colonos e ministros extremistas, sob a proteção das forças de ocupação, junto com as violações e práticas provocativas que as acompanham. A condenação foi divulgada em Makkah, em 29 de setembro de 2026.
Conforme informou a agência estatal saudita SPA, a MWL também condenou declarações israelenses sobre a anexação de áreas no sul do Líbano e na Faixa de Gaza.
Em comunicado emitido pela Secretaria-Geral da MWL, o secretário-geral e presidente da Organização dos Sábios Muçulmanos, o xeque Dr. Mohammed Al-Issa, denunciou essas violações graves, que inflamam os sentimentos dos muçulmanos em todo o mundo, pois constituem uma violação grave da santidade dos locais sagrados islâmicos. Ele também condenou outros ataques e ameaças que obstruem os esforços de paz na região.
O texto da SPA não detalha quantas incursões ocorreram, em que datas, nem quais ministros ou colonos foram citados. Também não especifica quais áreas do sul do Líbano ou da Faixa de Gaza estariam mencionadas nas declarações israelenses condenadas pela MWL. Não há indicação de medidas práticas adotadas pela organização além da condenação formal.
A nota não informa se a MWL enviou comunicações a governos, organismos internacionais ou entidades religiosas sobre o tema, nem se há previsão de novas declarações. O comunicado se limita a registrar a posição da entidade diante dos fatos descritos.
A Mesquita de Al-Aqsa é um dos locais mais sagrados do Islã, e qualquer violação de sua santidade provoca reações imediatas em comunidades muçulmanas ao redor do mundo. A MWL, sediada em Makkah, costuma se manifestar sobre temas que envolvem locais sagrados islâmicos e a situação na região. A declaração ocorre em um contexto de tensões contínuas, mas a SPA não fornece dados adicionais sobre o cenário ou sobre desdobramentos diplomáticos.
O comunicado cita ainda ataques e ameaças que, segundo Al-Issa, obstruem os esforços de paz na região, sem especificar quais seriam esses ataques ou quem os pratica. A condenação abrange tanto as incursões em Al-Aqsa quanto as declarações sobre anexação, tratadas como parte de um mesmo conjunto de violações.
A nota da SPA não menciona reações de outros países, organizações internacionais ou autoridades religiosas à declaração da MWL. Também não há informações sobre possíveis consequências práticas ou sobre a resposta israelense às condenações.
O texto se encerra com a assinatura da SPA, sem acrescentar dados sobre o número de participantes na reunião que produziu o comunicado, sobre a data exata de sua emissão além do dia 29 de setembro de 2026, ou sobre a existência de documentos anexos. A cobertura se limita à posição expressa pela MWL e às palavras atribuídas a Al-Issa.
O que a MWL condenou exatamente? A MWL condenou as incursões israelenses em curso e as violações da santidade da Mesquita de Al-Aqsa por colonos e ministros extremistas, sob a proteção das forças de ocupação, junto com violações e práticas provocativas que as acompanham. A entidade também condenou declarações israelenses sobre a anexação de áreas no sul do Líbano e na Faixa de Gaza. A SPA não detalhou datas, número de incursões nem nomes de ministros ou colonos citados.
Quem se pronunciou em nome da MWL? O pronunciamento foi feito em comunicado da Secretaria-Geral da MWL por Sheikh Dr. Mohammed Al-Issa, secretário-geral e presidente da Organização dos Sábios Muçulmanos. Ele denunciou as violações graves, afirmando que elas inflamam os sentimentos dos muçulmanos em todo o mundo e constituem uma violação grave da santidade dos locais sagrados islâmicos. Ele também condenou outros ataques e ameaças que obstruem os esforços de paz na região.
Onde e quando a declaração foi divulgada? A declaração foi divulgada em Makkah, em 29 de setembro de 2026, conforme informou a agência estatal saudita SPA. O texto foi emitido pela Secretaria-Geral da MWL e registra a posição da entidade diante dos fatos descritos. A SPA não informa a hora exata da emissão além do horário local e GMT indicados na publicação, nem detalha se houve reunião prévia ou documentos anexos ao comunicado.
A MWL anunciou alguma medida prática além da condenação? A SPA não informa se a MWL adotou medidas práticas além da condenação formal, como comunicações a governos, organismos internacionais ou entidades religiosas. O comunicado se limita a registrar a posição da entidade diante das incursões em Al-Aqsa e das declarações sobre anexação no sul do Líbano e na Faixa de Gaza. Não há previsão de novas declarações nem menção a desdobramentos diplomáticos.
Quais informações a SPA não detalhou? A SPA não detalha quantas incursões ocorreram, em que datas, nem quais ministros ou colonos foram citados. Também não especifica quais áreas do sul do Líbano ou da Faixa de Gaza estariam mencionadas nas declarações israelenses condenadas. Não há indicação de reações de outros países, organizações internacionais ou autoridades religiosas, nem de resposta israelense às condenações. O texto se limita à posição da MWL e às palavras atribuídas a Al-Issa.





