Thursday, September 24, 2026
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SFDA alerta contra consumo de cafés e chocolates com ginseng

SFDA alerta contra consumo de cafés e chocolates com ginseng

Três produtos de café e chocolate contendo ginseng foram alvo de um alerta público da Saudi Food and Drug Authority (SFDA) após análises laboratoriais detectarem a presença de Nortadalafil, uma substância proibida.

Conforme informou a agência estatal saudita SPA em 6 de agosto de 2026, a advertência abrange todos os lotes de Parsa Coffee (Coffee with Ginseng), Parsa Choco (Dark Chocolate with Ginseng) e Bintan SKY (Coffee with Ginseng), todos embalados em sachês de 100 g.

A SFDA orientou os consumidores a interromperem o uso imediato e descartarem as unidades, citando riscos à saúde, especialmente para pessoas com doenças crônicas. A autoridade está adotando medidas regulatórias para recolher e retirar os itens do mercado.

Processos legais estão em andamento contra as empresas importadoras. Violações da Lei de Alimentos e seus Regulamentos podem resultar em multa de até SAR 10 milhões, prisão por até 10 anos, ou ambas as penas.

A SFDA disponibilizou o Centro de Chamadas Unificado no número 19999 para denúncias de violações de produtos alimentares. A nota não especifica quais doenças crônicas são mais afetadas.

Quais produtos foram proibidos pela SFDA? Os produtos afetados são o Parsa Coffee (Coffee with Ginseng), o Parsa Choco (Dark Chocolate with Ginseng) e o Bintan SKY (Coffee with Ginseng). Todos esses itens são comercializados em sachês de 100 g e foram retirados do mercado após a detecção de Nortadalafil.

Por que a SFDA emitiu este alerta de saúde? A autoridade emitiu o alerta porque análises laboratoriais revelaram que os produtos contêm Nortadalafil, uma substância proibida para uso. O consumo desses itens pode representar riscos à saúde, especialmente para indivíduos que possuem doenças crônicas.

Quais são as penalidades para as empresas infratoras? A violação da Lei de Alimentos e seus Regulamentos Implementadores pode acarretar multas de até SAR 10 milhões. Além da multa, os responsáveis podem enfrentar pena de prisão por até 10 anos, ou a aplicação de ambas as sanções.