Monday, October 26, 2026
Geral

Três falcões mongóis arrecadam mais de SAR 1,1 milhão em leilão na exposição de Riyadh

Três falcões mongóis arrecadam mais de SAR 1,1 milhão em leilão na exposição de Riyadh

Três falcões mongóis foram vendidos por um total de SAR 1.190.000 na quarta sessão do leilão da International Saudi Falcons and Hunting Exhibition, em Riyadh, no dia 8 de outubro de 2026.

Conforme informou a agência estatal saudita SPA, o primeiro falcão teve lances iniciais de SAR 100.000 e foi arrematado por SAR 600.000, o maior valor pago por um único falcão no evento neste ano até o momento. O segundo falcão foi vendido por SAR 320.000, e a sessão terminou com a venda do terceiro por SAR 270.000.

Os três valores somam SAR 1.190.000, resultado que coloca a quarta sessão do leilão entre as mais movimentadas desta edição. O leilão é um dos principais atrativos da exposição, que reúne criadores, treinadores e compradores da região.

Pelo segundo ano consecutivo, a exposição conta com uma zona dedicada aos falcões mongóis, o que reflete o alto interesse regional pela raça. Os falcões mongóis são conhecidos pelo tamanho imponente, pela envergadura ampla, pela resistência e pela plumagem diversificada.

Essas características atraem ampla competição entre falcoeiros regionais e reforçam o alcance internacional do evento. A presença de compradores e criadores de diferentes países transformou o leilão em um termômetro do mercado regional de aves de presa.

O evento é organizado pelo National Center for Falcons e a edição de 2026 da International Saudi Falcons and Hunting Exhibition segue até 10 de outubro no Riyadh Exhibition and Convention Center, em Malham.

Quem acompanha o mercado de falcões sabe que os valores alcançados em leilão variam conforme linhagem, porte, plumagem e desempenho em treinamento. Mas o que explica a disposição de pagar SAR 600.000 por um único exemplar? A resposta está na combinação entre reputação do criador, histórico de competições e procura regional por aves de alto rendimento.

A zona dedicada aos falcões mongóis foi criada justamente para concentrar essa oferta e facilitar a comparação entre exemplares. O espaço, repetido pelo segundo ano, permite que compradores avaliem de perto características como envergadura e plumagem antes de dar seus lances.

O leilão da exposição funciona em sessões diárias, e a quarta sessão registrou o maior lance individual do ano até agora. Esse dado isolado ajuda a entender como a competição entre falcoeiros pode elevar rapidamente os preços dentro de uma mesma noite de disputa.

Vale lembrar que o leilão não se resume aos falcões mongóis. A exposição reúne outras raças e categorias, além de equipamentos e serviços ligados à falcoaria e à caça. Ainda assim, a sessão de ontem teve nos três exemplares mongóis o seu principal destaque financeiro.

O setor de falcoaria tem peso cultural e econômico na região, e eventos como esse servem tanto para negócios quanto para preservação de práticas tradicionais. A realização no Riyadh Exhibition and Convention Center, em Malham, oferece estrutura para receber expositores e público durante os dias de programação.

A organização pelo National Center for Falcons indica o envolvimento de uma entidade dedicada ao tema, o que dá ao evento respaldo institucional. Para os participantes, isso significa regras claras de leilão e um ambiente voltado à negociação de aves de alto valor.

Os números divulgados pela SPA mostram uma diferença expressiva entre o primeiro e os demais lotes da sessão. Enquanto o primeiro falcão alcançou SAR 600.000, o segundo ficou em SAR 320.000 e o terceiro em SAR 270.000. Essa variação de preços dentro de uma mesma sessão é comum em leilões de aves de presa.

O que faz um falcão valer quase o dobro de outro na mesma noite? Fatores como procedência, idade, condição física e potencial de treinamento costumam pesar na avaliação dos compradores. A exposição oferece justamente o espaço para essa avaliação detalhada antes dos lances.

A presença de uma zona exclusiva para falcões mongóis pelo segundo ano consecutivo sugere continuidade do interesse regional pela raça. A SPA informou que o espaço reflete esse interesse, sem detalhar o número de aves expostas ou de participantes inscritos.

O leilão chega à sua quarta sessão com resultados que chamam a atenção pelo volume total. Três aves somando SAR 1.190.000 indicam um mercado disposto a pagar valores elevados por exemplares considerados de qualidade. Resta saber como as próximas sessões vão se comportar diante desse patamar.

A exposição segue até 10 de outubro, um dia após a sessão que registrou as três vendas. Isso significa que ainda há programação prevista no calendário do evento, incluindo possíveis novas rodadas de leilão.

Para quem visita a exposição, além do leilão há a oportunidade de conhecer criadores, trocar informações sobre manejo e observar de perto aves de diferentes origens. A dimensão internacional do evento aparece tanto na origem dos falcões quanto no perfil dos compradores.

Os falcões mongóis, em particular, ganharam espaço próprio na mostra. Suas características descritas pela SPA — tamanho imponente, envergadura ampla, resistência e plumagem diversificada — são os argumentos usados para justificar a competição entre falcoeiros da região.

O que leva um comprador a preferir um falcão mongol a outra raça disponível no mesmo leilão? A resposta passa pelas características da raça e pela tradição de uso na falcoaria regional. A existência de uma zona dedicada facilita essa preferência ao concentrar a oferta em um só local.

O total de SAR 1.190.000 registrado na quarta sessão serve como referência para acompanhar a evolução dos preços ao longo do evento. Se o primeiro falcão já alcançou SAR 600.000, o maior lance individual do ano até agora, as próximas sessões podem indicar se esse patamar se sustenta ou se foi um caso isolado.

A SPA não informou quantos falcões foram leiloados no total até o momento, nem o valor acumulado de todas as sessões. Também não detalhou a origem exata dos três exemplares mongóis vendidos, além da indicação da raça.

O evento é realizado no Riyadh Exhibition and Convention Center, em Malham, e tem organização do National Center for Falcons. A edição de 2026 termina em 10 de outubro, conforme informou a agência estatal saudita SPA.

Para o público interessado em falcoaria, a exposição combina competição, exposição de aves e negociação. O leilão, em especial, transforma a visita em uma disputa ao vivo, com lances que podem subir rapidamente dependendo do interesse dos presentes.

Os valores de SAR 600.000, SAR 320.000 e SAR 270.000 mostram que há disposição para investir em exemplares específicos. A diferença entre eles também revela que nem todo falcão da mesma raça alcança o mesmo patamar, o que reforça a importância da avaliação individual.

Com a zona mongol repetida pelo segundo ano, a expectativa é de que a raça continue ocupando espaço de destaque na exposição. O interesse regional citado pela SPA é o principal indicador dessa continuidade.

A nota da SPA não informa valores de reserva, comissões de leilão nem condições de pagamento. Também não detalha quantos licitantes participaram da quarta sessão ou quantos lotes foram oferecidos além dos três vendidos.

O que se sabe é que a sessão terminou com três vendas somando SAR 1.190.000 e que o primeiro lote alcançou o maior valor individual do ano no evento até agora. Esses são os dados divulgados oficialmente até o momento.

A exposição segue como ponto de encontro para criadores, treinadores e compradores, e o leilão continua sendo o momento de maior visibilidade financeira. A edição de 2026 encerra em 10 de outubro, no Riyadh Exhibition and Convention Center, em Malham.

Quanto foi arrecadado com os três falcões mongóis na quarta sessão do leilão? A SPA informou que as vendas dos três falcões mongóis totalizaram SAR 1.190.000 na quarta sessão do leilão. O primeiro falcão foi vendido por SAR 600.000, o segundo por SAR 320.000 e o terceiro por SAR 270.000. A sessão ocorreu em 8 de outubro de 2026, durante a International Saudi Falcons and Hunting Exhibition, em Riyadh.

Qual foi o maior lance individual registrado no evento neste ano até agora? O primeiro falcão leiloado na quarta sessão teve lances iniciais de SAR 100.000 e foi arrematado por SAR 600.000. Segundo a SPA, esse foi o maior valor pago por um único falcão no evento neste ano até o momento. Os outros dois lotes da sessão foram vendidos por SAR 320.000 e SAR 270.000.

Por que a exposição tem uma zona dedicada aos falcões mongóis? A SPA informou que a zona dedicada aos falcões mongóis existe pelo segundo ano consecutivo e reflete o alto interesse regional pela raça. Os falcões mongóis são conhecidos pelo tamanho imponente, pela envergadura ampla, pela resistência e pela plumagem diversificada. Essas características atraem ampla competição entre falcoeiros regionais e reforçam o alcance internacional do evento.

Onde e quando acontece a International Saudi Falcons and Hunting Exhibition 2026? A exposição é organizada pelo National Center for Falcons e a edição de 2026 segue até 10 de outubro. O local é o Riyadh Exhibition and Convention Center, em Malham. A quarta sessão do leilão, que registrou as vendas dos três falcões mongóis, ocorreu em 8 de outubro de 2026, conforme informou a agência estatal saudita SPA.

Quais informações a SPA não divulgou sobre o leilão? A SPA não informou o valor acumulado de todas as sessões do leilão nem quantos falcões foram leiloados no total até o momento. Também não detalhou a origem exata dos três exemplares mongóis vendidos, o número de licitantes da quarta sessão, valores de reserva, comissões ou condições de pagamento. Os dados divulgados se limitam aos três valores de venda e ao total de SAR 1.190.000.