A Islamic Military Counter Terrorism Coalition (IMCTC) lançou a iniciativa “Jornalistas da Paz” no Centro de Conferências Rei Fahd, na capital do Senegal, Dacar, na terça-feira. O anúncio foi feito pela agência estatal saudita SPA em 29 de setembro de 2026, a partir de Dacar.
Conforme informou a agência estatal saudita SPA, o lançamento contou com a presença do ministro das Forças Armadas do Senegal, Yankhoba Diémé, do secretário-geral da IMCTC, major-general Mohammed Al-Moghedi, do chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, vice-almirante Oumar Wade, além de diversos funcionários civis e militares, membros do corpo diplomático e profissionais de mídia.
A iniciativa tem como objetivo treinar jornalistas e profissionais de mídia e fortalecer sua capacidade de cobrir questões relacionadas ao terrorismo e ao extremismo, verificar informações e combater rumores e discurso de ódio. Ela reúne participantes de veículos de mídia comunitários, nacionais, militares e internacionais, proporcionando uma oportunidade de intercâmbio de experiências entre profissionais de mídia que atuam em diversos níveis.
Em seus comentários na cerimônia de lançamento, o ministro das Forças Armadas do Senegal disse que o terrorismo não apenas atenta contra vidas e instituições, mas também busca espalhar o medo, minar a confiança e alimentar a polarização dentro das comunidades. Ele acrescentou que investir no treinamento de profissionais de mídia é um investimento na resiliência das sociedades, destacando o papel do jornalismo profissional em desmentir rumores, combater o discurso de ódio e promover o diálogo.
O ministro deu as boas-vindas ao secretário-geral da IMCTC e elogiou os esforços da coalizão para apoiar os estados-membros no combate ao terrorismo e ao extremismo. Ele também expressou apreço pela seleção do Senegal para sediar o programa de treinamento e esperança de que isso marque o início de uma série de iniciativas para fortalecer as capacidades nacionais em mídia, conscientização e prevenção do extremismo.
Al-Moghedi, por sua vez, enfatizou a importância de equipar os profissionais de mídia para lidar com questões sensíveis de forma profissional. Ele observou que informações precisas, quando apresentadas em seu contexto adequado, ajudam a comunicar…
Afinal, o que significa investir na formação de jornalistas em um contexto de combate ao terrorismo? A escolha do Senegal como sede do programa não é um detalhe menor: o país é membro da coalizão e agora recebe uma iniciativa que reúne mídia comunitária, nacional, militar e internacional no mesmo espaço de troca de experiências. Mas como medir o impacto real de um treinamento voltado para a verificação de informações e o combate a rumores? E de que forma a presença de autoridades civis e militares, além do corpo diplomático, sinaliza o peso que a IMCTC atribui a essa frente de atuação?
O secretário-geral da IMCTC destacou que informações precisas, quando apresentadas em seu contexto adequado, ajudam a comunicar a mensagem correta e a evitar distorções. Essa ênfase na contextualização não é casual: em cenários de extremismo e terrorismo, a desinformação pode amplificar o medo e a polarização que o ministro senegalês mencionou em seu discurso. Não seria, então, o jornalismo profissional uma linha de defesa tão relevante quanto outras formas de resposta institucional? E como os participantes provenientes de diferentes tipos de veículos — comunitários, nacionais, militares e internacionais — podem conciliar rotinas e prioridades tão distintas dentro de um mesmo programa de formação?
A iniciativa “Jornalistas da Paz” busca exatamente criar esse espaço de intercâmbio. Ao reunir profissionais de mídia de vários níveis, a IMCTC pretende fortalecer a capacidade coletiva de cobrir terrorismo e extremismo com precisão, verificar informações e enfrentar rumores e discurso de ódio. O ministro Yankhoba Diémé foi explícito ao afirmar que o investimento no treinamento de profissionais de mídia é um investimento na resiliência das sociedades. Essa formulação desloca o foco do equipamento militar para a capacidade de resistência social — mas como essa resiliência se traduz em práticas concretas de redação e apuração? E até que ponto a promoção do diálogo, citada pelo ministro, depende de condições que vão além da sala de treinamento?
O ministro também expressou apreço pela escolha do Senegal para sediar o programa e manifestou esperança de que a iniciativa marque o início de uma série de ações voltadas ao fortalecimento das capacidades nacionais em mídia, conscientização e prevenção do extremismo. Essa expectativa de continuidade sugere que o lançamento em Dacar é visto como um ponto de partida, e não como um evento isolado. Mas quais seriam os próximos passos? E como a IMCTC pretende acompanhar os resultados do treinamento ao longo do tempo?
A coalizão, por meio de seu secretário-geral, reforçou a importância de preparar profissionais de mídia para lidar com questões sensíveis de maneira profissional. Al-Moghedi observou que a informação precisa, quando contextualizada, comunica a mensagem correta. Essa ênfase na precisão e no contexto dialoga diretamente com os objetivos declarados da iniciativa: verificação de informações e combate a rumores e discurso de ódio. Em ambientes onde a polarização é alimentada por narrativas distorcidas, a capacidade de verificar e contextualizar torna-se uma habilidade central. Não seria esse um argumento a favor de programas de formação contínuos, e não apenas pontuais? E como os profissionais de mídia presentes ao lançamento poderão aplicar, em suas redações e veículos, o que foi discutido no Centro de Conferências Rei Fahd?
O evento em Dacar reuniu funcionários civis e militares, membros do corpo diplomático e profissionais de mídia. Essa composição heterogênea reflete a própria natureza da iniciativa, que busca integrar diferentes níveis de mídia em torno de objetivos comuns. A presença do vice-almirante Oumar Wade, chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, ao lado do ministro Yankhoba Diémé e do major-general Mohammed Al-Moghedi, indica que a dimensão militar e a dimensão comunicacional são tratadas como complementares nesse esforço. Mas como essa complementaridade se sustenta na prática cotidiana das redações? E de que maneira a troca de expertise entre mídia comunitária, nacional, militar e internacional pode evitar que cada uma dessas esferas permaneça isolada em suas próprias bolhas informativas?
A IMCTC é uma coalizão militar islâmica de combate ao terrorismo, e a iniciativa “Jornalistas da Paz” representa uma frente de atuação voltada à formação e à capacitação de profissionais de mídia. O lançamento no Senegal, país membro, ocorre em um contexto em que o combate ao extremismo envolve não apenas ações de segurança, mas também esforços de comunicação, conscientização e prevenção. O ministro senegalês mencionou explicitamente o papel do jornalismo profissional em desmentir rumores, combater o discurso de ódio e promover o diálogo. Essas três funções, no entanto, exigem ferramentas, tempo e independência editorial. Como conciliar a formação oferecida por uma coalizão militar com a autonomia necessária ao trabalho jornalístico? E quais garantias existem de que o treinamento não se transforme em instrumento de controle narrativo?
O secretário-geral da IMCTC enfatizou que informações precisas, quando apresentadas em seu contexto adequado, ajudam a comunicar a mensagem correta. A frase, embora direta, levanta uma questão central: quem define o que é a “mensagem correta”? Em contextos de terrorismo e extremismo, a fronteira entre contextualização e enquadramento ideológico pode ser tênue. O ministro senegalês, por sua vez, falou em investimento na resiliência das sociedades, o que sugere uma abordagem de longo prazo, voltada à capacidade das comunidades de resistir à desinformação e à polarização. Mas como avaliar se esse investimento está dando resultado? E que indicadores poderiam ser usados para medir a eficácia de um programa de formação de jornalistas no combate a rumores e discurso de ódio?
A nota da SPA não informa a duração do programa, o número de participantes, os critérios de seleção, o conteúdo detalhado do treinamento nem os próximos países ou etapas previstas. Também não há informação sobre financiamento, parcerias com instituições de ensino ou mecanismos de acompanhamento dos egressos. O texto menciona que a iniciativa reúne participantes de mídia comunitária, nacional, militar e internacional, mas não detalha como essa composição será organizada ao longo do treinamento. Da mesma forma, não há indicação sobre a periodicidade das atividades ou sobre como os resultados serão divulgados.
O lançamento em Dacar, no Centro de Conferências Rei Fahd, ocorreu na terça-feira, com a presença das autoridades citadas e de membros do corpo diplomático e profissionais de mídia. A expectativa manifestada pelo ministro senegalês é de que o programa seja o primeiro de uma série de iniciativas para fortalecer capacidades nacionais em mídia, conscientização e prevenção do extremismo. Essa continuidade, no entanto, ainda depende de decisões que não foram tornadas públicas. Como a IMCTC pretende expandir a iniciativa para outros estados-membros? E de que forma os aprendizados do Senegal poderão ser compartilhados com outros países da coalizão?
A iniciativa “Jornalistas da Paz” chega em um momento em que a desinformação e o discurso de ódio circulam com velocidade crescente, muitas vezes amplificados por plataformas digitais. O treinamento de jornalistas para verificar informações e cobrir terrorismo e extremismo com precisão responde a essa realidade. Mas a eficácia de qualquer programa dessa natureza depende de fatores que vão além do conteúdo ensinado: condições de trabalho, liberdade editorial, acesso a fontes e apoio institucional contínuo. Sem esses elementos, o risco é que o treinamento se torne uma experiência isolada, sem impacto duradouro nas redações e nas comunidades.
O ministro Yankhoba Diémé afirmou que o terrorismo busca espalhar o medo, minar a confiança e alimentar a polarização. O jornalismo profissional, segundo ele, tem papel em desmentir rumores, combater o discurso de ódio e promover o diálogo. Essa visão coloca a mídia como parte da infraestrutura de resiliência social, e não apenas como observadora dos conflitos. Mas como os jornalistas podem desempenhar esse papel sem perder a independência que lhes dá credibilidade? E de que maneira a formação oferecida pela IMCTC pretende equilibrar capacitação técnica e responsabilidade ética?
O secretário-geral Al-Moghedi destacou a importância de equipar profissionais de mídia para lidar com questões sensíveis de forma profissional. A menção a “questões sensíveis” sugere que o programa abordará temas como cobertura de ataques, recrutamento extremista, narrativas de grupos terroristas e o impacto da desinformação em comunidades vulneráveis. Cada um desses temas exige cuidado redobrado com fontes, verificação e contexto. Não seria esse um campo em que a troca de experiências entre mídia comunitária, nacional, militar e internacional poderia gerar soluções práticas? E como garantir que essas soluções respeitem as realidades locais de cada país participante?
A nota da SPA não informa se o programa terá módulos específicos sobre segurança digital, proteção de fontes ou saúde mental de jornalistas que cobrem terrorismo e extremismo. Também não menciona se haverá certificação, avaliação ou acompanhamento pós-treinamento. Essas lacunas deixam em aberto questões importantes sobre o alcance e a profundidade da iniciativa. O que se sabe, até aqui, é que o lançamento ocorreu em Dacar, com a presença das autoridades citadas, e que a iniciativa busca treinar jornalistas e profissionais de mídia para cobrir terrorismo e extremismo, verificar informações e combater rumores e discurso de ódio.
A escolha do Senegal como sede do lançamento não é aleatória: o país é membro da coalizão e tem demonstrado disposição em sediar programas de capacitação. O ministro das Forças Armadas expressou apreço pela seleção e esperança de que o programa seja o início de uma série de iniciativas. Essa expectativa, no entanto, depende de resultados concretos e de continuidade. Como a IMCTC pretende medir o sucesso do programa? E quais mecanismos serão criados para que os participantes compartilhem o conhecimento adquirido em suas próprias redações e comunidades?
O evento no Centro de Conferências Rei Fahd reuniu funcionários civis e militares, membros do corpo diplomático e profissionais de mídia. Essa diversidade de participantes reflete a natureza multissetorial da iniciativa, que busca integrar diferentes esferas em torno de objetivos comuns. Mas a integração, por si só, não garante resultados. É preciso que haja clareza sobre papéis, expectativas e limites de cada setor envolvido. De que forma a IMCTC pretende garantir que a voz dos jornalistas participantes seja ouvida na definição dos próximos passos? E como evitar que a iniciativa seja percebida como uma ferramenta de propaganda, e não como um espaço genuíno de formação profissional?
O lançamento da iniciativa “Jornalistas da Paz” em Dacar representa um passo da IMCTC em direção à formação de profissionais de mídia no combate ao terrorismo e ao extremismo. Os discursos do ministro Yankhoba Diémé e do major-general Mohammed Al-Moghedi destacaram a importância da informação precisa, da contextualização, da verificação e do combate a rumores e discurso de ódio. O programa reúne participantes de mídia comunitária, nacional, militar e internacional, proporcionando intercâmbio de experiências. A nota da SPA não informa duração, número de participantes, conteúdo detalhado, financiamento nem próximos passos. O que resta, por ora, é a expectativa manifestada pelas autoridades senegalesas de que o programa seja o primeiro de uma série de iniciativas voltadas ao fortalecimento das capacidades nacionais em mídia, conscientização e prevenção do extremismo.
O que é a iniciativa “Jornalistas da Paz”? A iniciativa “Jornalistas da Paz” foi lançada pela Islamic Military Counter Terrorism Coalition (IMCTC) no Centro de Conferências Rei Fahd, em Dacar, no Senegal. Segundo a SPA, o objetivo é treinar jornalistas e profissionais de mídia e fortalecer sua capacidade de cobrir questões relacionadas ao terrorismo e ao extremismo, verificar informações e combater rumores e discurso de ódio. A iniciativa reúne participantes de veículos comunitários, nacionais, militares e internacionais, proporcionando intercâmbio de experiências entre profissionais de mídia de diversos níveis.
Quem participou do lançamento em Dacar? Conforme informou a agência estatal saudita SPA, o lançamento contou com a presença do ministro das Forças Armadas do Senegal, Yankhoba Diémé, do secretário-geral da IMCTC, major-general Mohammed Al-Moghedi, e do chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, vice-almirante Oumar Wade. Também estiveram presentes funcionários civis e militares, membros do corpo diplomático e profissionais de mídia. O evento ocorreu na terça-feira, 29 de setembro de 2026, no Centro de Conferências Rei Fahd, na capital senegalesa.
O que disse o ministro das Forças Armadas do Senegal? Yankhoba Diémé afirmou que o terrorismo não apenas atenta contra vidas e instituições, mas também busca espalhar o medo, minar a confiança e alimentar a polarização dentro das comunidades. Ele acrescentou que investir no treinamento de profissionais de mídia é um investimento na resiliência das sociedades, destacando o papel do jornalismo profissional em desmentir rumores, combater o discurso de ódio e promover o diálogo. O ministro também agradeceu a escolha do Senegal para sediar o programa e expressou esperança de que seja o início de uma série de iniciativas.
Qual foi a mensagem do secretário-geral da IMCTC? O major-general Mohammed Al-Moghedi enfatizou a importância de equipar profissionais de mídia para lidar com questões sensíveis de forma profissional. Ele observou que informações precisas, quando apresentadas em seu contexto adequado, ajudam a comunicar a mensagem correta. A declaração dialoga diretamente com os objetivos da iniciativa: verificação de informações, combate a rumores e enfrentamento ao discurso de ódio. A SPA não detalhou como esse princípio será aplicado na prática ao longo do treinamento.
O que a nota da SPA não informa sobre a iniciativa? A nota da SPA não informa a duração do programa, o número de participantes, os critérios de seleção, o conteúdo detalhado do treinamento nem os próximos países ou etapas previstas. Também não há informação sobre financiamento, parcerias com instituições de ensino ou mecanismos de acompanhamento dos egressos. O texto menciona que a iniciativa reúne participantes de mídia comunitária, nacional, militar e internacional, mas não detalha como essa composição será organizada ao longo do treinamento nem a periodicidade das atividades.
Por que o Senegal foi escolhido para sediar o lançamento? O Senegal é membro da Islamic Military Counter Terrorism Coalition e foi selecionado para receber o programa de treinamento. O ministro das Forças Armadas, Yankhoba Diémé, expressou apreço pela escolha e manifestou esperança de que o programa marque o início de uma série de iniciativas para fortalecer as capacidades nacionais em mídia, conscientização e prevenção do extremismo. A SPA não informa os critérios que levaram à seleção do país nem se outros estados-membros receberão programas semelhantes.





