Wednesday, November 4, 2026
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Arábia Saudita reafirma solução de dois Estados como único caminho para paz justa e duradoura

Arábia Saudita reafirma solução de dois Estados como único caminho para paz justa e duradoura

Em Genebra, a Missão Permanente do Reino da Arábia Saudita junto ao Escritório das Nações Unidas e outras organizações internacionais participou de um debate geral sob o item 7 da agenda: situação dos direitos humanos na Palestina e nos demais territórios árabes ocupados, realizado durante a 63ª sessão do Conselho de Direitos Humanos.

Conforme informou a agência estatal saudita SPA em 29 de setembro de 2026, a declaração foi proferida pelo diretor-geral da Administração Geral de Assuntos Humanitários do Ministério das Relações Exteriores, o dr. Salem Al-Qahtani.

Al-Qahtani condenou com veemência a contínua agressão israelense contra a Faixa de Gaza. Ele destacou a necessidade de manter o cessar-fogo e de garantir proteção integral aos civis. A declaração também condenou com veemência a expansão das atividades de assentamentos e o terrorismo de colonos.

O diretor-geral reiterou a rejeição categórica da Arábia Saudita a qualquer medida destinada a deslocar à força o povo palestino ou a tentativas de alterar o caráter geográfico ou demográfico do território palestino ocupado.

Al-Qahtani enfatizou que a Arábia Saudita acolhe com satisfação os passos importantes dados por vários países para reconhecer o Estado da Palestina, bem como o subsequente fortalecimento de medidas de responsabilização, incluindo restrições ao comércio com assentamentos israelenses.

Um ano após a adoção da Declaração de Nova York, ele reafirmou a posição estabelecida em declaração dos copresidentes da Aliança Global para a Implementação da Solução de Dois Estados, segundo a qual Gaza e a Cisjordânia, incluindo Jerusalém Oriental, constituem uma única unidade territorial palestina e a ocupação deve terminar.

A Arábia Saudita reafirmou que o único caminho para alcançar uma paz justa, duradoura e abrangente é a implementação da solução de dois Estados e o apoio ao direito inalienável do povo palestino à autodeterminação e ao estabelecimento de um Estado independente e soberano nas fronteiras de 1967, com Jerusalém Oriental como sua capital.

O pronunciamento ocorre em um momento em que o Conselho de Direitos Humanos dedica o item 7 da agenda especificamente à situação dos direitos humanos na Palestina e nos demais territórios árabes ocupados. Não é a primeira vez que a delegação saudita utiliza esse espaço para apresentar sua posição sobre o conflito. A participação da Missão Permanente em Genebra insere-se na atuação diplomática do Reino junto às organizações internacionais sediadas na cidade suíça.

A declaração foi feita pelo diretor-geral da Administração Geral de Assuntos Humanitários do Ministério das Relações Exteriores. A escolha de um responsável pela área humanitária para apresentar a posição saudita reforça a ligação entre a dimensão humanitária da crise em Gaza e a dimensão política da solução de dois Estados, conforme a leitura apresentada no texto da SPA.

Entre os pontos destacados por Al-Qahtani está a exigência de manutenção do cessar-fogo e de proteção integral aos civis. A menção ao cessar-fogo aparece logo após a condenação da agressão contra Gaza, o que situa a preocupação com a continuidade da trégua no centro da mensagem saudita ao Conselho.

A condenação da expansão dos assentamentos e do terrorismo de colonos foi apresentada em seguida. O texto da SPA não detalha episódios específicos nem apresenta números sobre assentamentos ou sobre atos de violência de colonos. A declaração limita-se a condenar com veemência tanto a expansão das atividades de assentamento quanto o terrorismo de colonos.

Al-Qahtani reiterou ainda a rejeição categórica da Arábia Saudita a qualquer medida destinada a deslocar à força o povo palestino. A mesma rejeição se estende a tentativas de alterar o caráter geográfico ou demográfico do território palestino ocupado. São dois pontos distintos: o deslocamento forçado da população e a mudança das características do território.

O diretor-geral também enfatizou que a Arábia Saudita acolhe com satisfação os passos importantes dados por vários países para reconhecer o Estado da Palestina. O texto não lista quais países adotaram esse reconhecimento nem especifica datas. A SPA registra apenas que a Arábia Saudita recebe positivamente esses passos.

Além do reconhecimento, Al-Qahtani mencionou o subsequente fortalecimento de medidas de responsabilização. Entre essas medidas, o texto cita especificamente as restrições ao comércio com assentamentos israelenses. Trata-se do único exemplo concreto de medida de responsabilização mencionado na declaração conforme reproduzida pela SPA.

Um ano após a adoção da Declaração de Nova York, o diretor-geral reafirmou a posição estabelecida em declaração dos copresidentes da Aliança Global para a Implementação da Solução de Dois Estados. Essa posição sustenta que Gaza e a Cisjordânia, incluindo Jerusalém Oriental, constituem uma única unidade territorial palestina e que a ocupação deve terminar.

A referência à Declaração de Nova York e à Aliança Global situa o pronunciamento em Genebra dentro de um esforço diplomático mais amplo. O texto da SPA não informa quem são os copresidentes da aliança nem detalha o conteúdo completo da declaração conjunta. Menciona apenas os dois elementos centrais: a unidade territorial palestina e o fim da ocupação.

Por fim, a Arábia Saudita reafirmou que o único caminho para alcançar uma paz justa, duradoura e abrangente é a implementação da solução de dois Estados. A declaração vincula essa solução ao apoio ao direito inalienável do povo palestino à autodeterminação e ao estabelecimento de um Estado independente e soberano nas fronteiras de 1967, com Jerusalém Oriental como sua capital.

O texto da SPA não informa se a declaração foi seguida de reações de outros países presentes ao debate. Também não indica se houve votação, resolução ou documento final associado à intervenção saudita no item 7 da agenda. A cobertura limita-se ao conteúdo do pronunciamento e ao contexto de sua apresentação na 63ª sessão do Conselho de Direitos Humanos.

A participação da Missão Permanente do Reino da Arábia Saudita junto ao Escritório das Nações Unidas em Genebra ocorre no âmbito de um debate geral. Nesse formato, as delegações apresentam posições nacionais sobre o tema em discussão, sem que o pronunciamento isolado produza, por si só, decisões vinculantes. O item 7 da agenda é dedicado à situação dos direitos humanos na Palestina e nos demais territórios árabes ocupados.

A declaração saudita combina, assim, condenações específicas — da agressão contra Gaza, da expansão dos assentamentos e do terrorismo de colonos — com rejeições categóricas ao deslocamento forçado e à alteração do caráter geográfico ou demográfico do território ocupado. A essas posições somam-se o acolhimento do reconhecimento do Estado da Palestina por vários países e o apoio às medidas de responsabilização, incluindo restrições comerciais ligadas a assentamentos.

O pronunciamento também reafirma a unidade territorial de Gaza e da Cisjordânia, incluindo Jerusalém Oriental, e o entendimento de que a ocupação deve terminar. A conclusão apresentada é que a solução de dois Estados, com um Estado palestino independente e soberano nas fronteiras de 1967 e capital em Jerusalém Oriental, é o único caminho para uma paz justa, duradoura e abrangente.

O que a nota da SPA não informa: não há detalhamento sobre países que reconheceram o Estado da Palestina, não há números sobre assentamentos ou vítimas, não há menção a prazos, negociações em curso ou próximos passos diplomáticos. O texto registra o teor da declaração e o contexto de sua apresentação, sem indicar desdobramentos posteriores ao debate.

Onde e quando foi feita a declaração saudita? A declaração foi apresentada em Genebra, em 29 de setembro de 2026, durante a 63ª sessão do Conselho de Direitos Humanos, em debate geral sob o item 7 da agenda, dedicado à situação dos direitos humanos na Palestina e nos demais territórios árabes ocupados. A participação foi da Missão Permanente do Reino da Arábia Saudita junto ao Escritório das Nações Unidas e outras organizações internacionais, conforme informou a agência estatal saudita SPA.

Quem proferiu a declaração em nome da Arábia Saudita? A declaração foi proferida pelo diretor-geral da Administração Geral de Assuntos Humanitários do Ministério das Relações Exteriores, o dr. Salem Al-Qahtani. Ele condenou com veemência a contínua agressão israelense contra a Faixa de Gaza e destacou a necessidade de manter o cessar-fogo e garantir proteção integral aos civis. Também condenou a expansão das atividades de assentamentos e o terrorismo de colonos, conforme o texto da SPA.

O que a Arábia Saudita rejeita categoricamente? Al-Qahtani reiterou a rejeição categórica da Arábia Saudita a qualquer medida destinada a deslocar à força o povo palestino ou a tentativas de alterar o caráter geográfico ou demográfico do território palestino ocupado. São duas rejeições distintas: o deslocamento forçado da população e a mudança das características do território. O texto da SPA não detalha episódios específicos nem apresenta números sobre esses pontos.

Como a Arábia Saudita avalia o reconhecimento do Estado da Palestina? Al-Qahtani enfatizou que a Arábia Saudita acolhe com satisfação os passos importantes dados por vários países para reconhecer o Estado da Palestina, bem como o subsequente fortalecimento de medidas de responsabilização, incluindo restrições ao comércio com assentamentos israelenses. O texto da SPA não lista quais países adotaram o reconhecimento nem especifica datas, mencionando apenas as restrições comerciais como exemplo concreto de medida de responsabilização.

O que diz a posição sobre Gaza e a Cisjordânia? Um ano após a adoção da Declaração de Nova York, Al-Qahtani reafirmou a posição estabelecida em declaração dos copresidentes da Aliança Global para a Implementação da Solução de Dois Estados, segundo a qual Gaza e a Cisjordânia, incluindo Jerusalém Oriental, constituem uma única unidade territorial palestina e a ocupação deve terminar. O texto da SPA não informa quem são os copresidentes da aliança nem detalha o conteúdo completo da declaração conjunta.

Qual é o caminho apontado para a paz, segundo a declaração? A Arábia Saudita reafirmou que o único caminho para alcançar uma paz justa, duradoura e abrangente é a implementação da solução de dois Estados, com apoio ao direito inalienável do povo palestino à autodeterminação e ao estabelecimento de um Estado independente e soberano nas fronteiras de 1967, com Jerusalém Oriental como sua capital. A SPA não informa se houve votação, resolução ou documento final associado à intervenção.