Cerca de 250 peregrinos de 21 países do quarto grupo do Programa de Umrah e Visita do Custódio das Duas Mesquitas Sagradas para o ano 1448 AH visitaram, no sábado, o Monte Uhud, o Cemitério dos Mártires e a Mesquita de Quba, em Madinah.
Conforme informou a agência estatal saudita SPA em 11 de outubro de 2026, a visita foi organizada pelo Ministério de Assuntos Islâmicos, Dawa e Orientação, como parte de um programa cultural.
O grupo reúne peregrinos de 21 países: Uzbequistão, Paquistão, Bangladesh, Índia, Sri Lanka, Nepal, Maldivas, Cazaquistão, República Quirguiz, Tajiquistão, Turcomenistão, Azerbaijão, Türkiye, Geórgia, Rússia, Butão, Austrália, Nova Zelândia, Vanuatu, Ilhas Salomão e Fiji.
Os convidados afirmaram que a visita lhes deixou uma impressão profunda. Agradeceram ao Reino pelo cuidado com o Islã, com os muçulmanos e com os peregrinos, e elogiaram a organização do programa pelo ministério.
O roteiro começou pelo Monte Uhud, onde os peregrinos conheceram o local associado à batalha de Uhud e ao Cemitério dos Mártires, que fica junto à montanha. Em seguida, o grupo seguiu para a Mesquita de Quba, a primeira mesquita construída na história islâmica, situada nos arredores de Madinah.
Quem participa de um programa oficial de Umrah e Visita espera apenas cumprir os ritos em Makkah? A inclusão de Madinah no itinerário mostra que a experiência vai além dos rituais, alcançando os lugares ligados à história inicial do Islã.
A visita ocorreu no sábado e foi descrita pela SPA como parte de um programa cultural. O texto não detalha o horário exato, a duração da passagem por cada local nem o número de guias ou acompanhantes que orientaram o grupo.
O Monte Uhud está situado ao norte de Madinah e é um dos pontos mais visitados por peregrinos que chegam à cidade. O Cemitério dos Mártires, aos pés da montanha, guarda os restos de companheiros do Profeta que morreram na batalha de Uhud.
A Mesquita de Quba fica ao sul de Madinah e é tradicionalmente apontada como a primeira mesquita do Islã, construída quando o Profeta chegou à cidade. A visita a esses dois pontos costuma ser incluída nos roteiros de grupos que passam por Madinah antes ou depois de Makkah.
Como um peregrino que vem do outro lado do mundo, de Vanuatu ou das Ilhas Salomão, enxerga esses lugares? Para muitos integrantes do grupo, a passagem por Uhud e Quba representa o contato direto com episódios que antes conheciam apenas pelos relatos.
O quarto grupo do programa reúne países de regiões muito distintas: Ásia Central, Sul da Ásia, Cáucaso, Rússia, Türkiye e Oceania. A lista inclui Uzbequistão, Cazaquistão, República Quirguiz, Tajiquistão, Turcomenistão e Azerbaijão, além de Paquistão, Bangladesh, Índia, Sri Lanka, Nepal, Maldivas e Butão.
Da Oceania, participam peregrinos da Austrália, Nova Zelândia, Vanuatu, Ilhas Salomão e Fiji. Da região do Cáucaso e arredores, aparecem Geórgia, Rússia e Türkiye. Essa composição mostra como o programa alcança comunidades muçulmanas em continentes diferentes.
O programa é realizado sob o nome do Custódio das Duas Mesquitas Sagradas e, segundo a SPA, está em sua edição de 1448 AH. A organização das visitas cabe ao Ministério de Assuntos Islâmicos, Dawa e Orientação.
Por que a dimensão cultural é apresentada como parte central do programa? Ao levar os convidados a locais históricos de Madinah, o roteiro acrescenta uma camada de conhecimento à viagem, além do cumprimento dos ritos de Umrah.
Os convidados agradeceram ao Reino pelo cuidado com o Islã, com os muçulmanos e com os peregrinos. Também elogiaram a forma como o ministério organizou o programa, segundo o relato publicado pela agência estatal.
A declaração dos peregrinos foi resumida pela SPA sem citações diretas. O texto informa que a visita lhes deixou uma impressão profunda, mas não identifica nenhum dos integrantes do grupo por nome, nacionalidade específica ou função.
O que leva um peregrino a descrever uma passagem de algumas horas como algo profundo? Para quem vem de países distantes, o contato com lugares citados na história islâmica costuma ter peso próprio, independentemente da duração da visita.
A visita ocorreu no sábado, conforme a SPA, e envolveu cerca de 250 pessoas. O número exato de participantes não foi informado, nem quantos representantes cada um dos 21 países enviou ao quarto grupo.
Madinah recebe peregrinos ao longo de todo o ano, e os programas oficiais de visita costumam combinar pontos históricos com orientação religiosa. A SPA não informou se o grupo teve sessões de orientação antes ou depois do passeio.
Como esses programas são financiados e quem arca com os custos de viagem, hospedagem e deslocamento? A nota da agência estatal não trata de valores, fontes de financiamento nem duração total da estadia do quarto grupo no Reino.
O texto também não informa quando o quarto grupo chegou à Arábia Saudita, quanto tempo permanecerá no país, se já cumpriu os ritos de Umrah em Makkah ou se visitará outros locais além de Madinah.
O Monte Uhud e o Cemitério dos Mártires ficam próximos um do outro, o que permite incluir os dois pontos em uma mesma passagem. Já a Mesquita de Quba está em outra direção, o que exige deslocamento dentro da cidade.
Quem define a ordem das paradas em roteiros como esse? A SPA descreve apenas que a visita incluiu os três locais, sem detalhar a sequência exata nem o tempo dedicado a cada um deles.
Os 21 países listados abrangem populações muçulmanas de línguas e tradições diversas. Há países de maioria muçulmana, como Paquistão, Bangladesh e Maldivas, e países onde os muçulmanos são minorias, como Austrália, Nova Zelândia e Fiji.
Essa diversidade aparece também na Ásia Central, com Cazaquistão, República Quirguiz, Tajiquistão, Turcomenistão e Uzbequistão, e no Cáucaso, com Azerbaijão e Geórgia. A Rússia e a Türkiye completam a lista ao lado dos países do Sul da Ásia e do Butão.
Como um grupo tão amplo se comunica durante as visitas? A SPA não informa quais idiomas foram usados na orientação nem se houve tradução simultânea para os peregrinos.
O programa leva o nome do Custódio das Duas Mesquitas Sagradas e é associado ao cuidado do Reino com peregrinos de diferentes origens. A edição citada pela agência é a de 1448 AH.
O relato da SPA se concentra na visita do sábado e nas reações dos convidados. Não há informações sobre outros grupos do programa, sobre o calendário das próximas etapas nem sobre o número total de participantes desta edição.
Os peregrinos elogiaram a organização do ministério, mas a nota não descreve como o roteiro foi montado, quantos funcionários acompanharam o grupo ou que tipo de material informativo foi distribuído.
Que impressão fica para quem deixa Madinah depois de passar por Uhud e Quba? A resposta dos convidados, segundo a SPA, foi de agradecimento ao Reino e de reconhecimento pelo cuidado com os peregrinos.
A visita do quarto grupo ocorreu no sábado, em Madinah, e reuniu cerca de 250 peregrinos de 21 países. A organização foi do Ministério de Assuntos Islâmicos, Dawa e Orientação, no âmbito de um programa cultural.
A nota não informa valor, duração da estadia, calendário das próximas visitas nem nomes dos integrantes do grupo.
Quem participou da visita ao Monte Uhud e à Mesquita de Quba? Cerca de 250 peregrinos de 21 países integraram o quarto grupo do Programa de Umrah e Visita do Custódio das Duas Mesquitas Sagradas para 1448 AH. A lista inclui Uzbequistão, Paquistão, Bangladesh, Índia, Sri Lanka, Nepal, Maldivas, Cazaquistão, República Quirguiz, Tajiquistão, Turcomenistão, Azerbaijão, Türkiye, Geórgia, Rússia, Butão, Austrália, Nova Zelândia, Vanuatu, Ilhas Salomão e Fiji. A SPA não informou quantos peregrinos vieram de cada país.
Quais locais foram visitados em Madinah? O grupo visitou o Monte Uhud, o Cemitério dos Mártires e a Mesquita de Quba, em Madinah, no sábado. O Monte Uhud fica ao norte da cidade e o Cemitério dos Mártires está junto à montanha. A Mesquita de Quba fica nos arredores de Madinah e é tradicionalmente apontada como a primeira mesquita construída na história islâmica. A SPA não detalhou a ordem exata das paradas nem o tempo em cada local.
Quem organizou a visita e como ela foi descrita? A visita foi organizada pelo Ministério de Assuntos Islâmicos, Dawa e Orientação, como parte de um programa cultural, conforme informou a agência estatal saudita SPA em 11 de outubro de 2026. Os convidados disseram que a visita lhes deixou uma impressão profunda. Agradeceram ao Reino pelo cuidado com o Islã, com os muçulmanos e com os peregrinos, e elogiaram a organização do programa pelo ministério.
O que os peregrinos disseram sobre a experiência? Segundo a SPA, os convidados afirmaram que a visita lhes deixou uma impressão profunda. Eles agradeceram ao Reino pelo cuidado com o Islã, com os muçulmanos e com os peregrinos, e elogiaram a organização do programa pelo ministério. O relato não inclui citações diretas nem identifica nenhum integrante do grupo por nome, nacionalidade específica ou função. A nota também não informa se houve sessões de orientação religiosa.
O que a nota da SPA não informa sobre o programa? A nota não informa valores, fontes de financiamento, duração total da estadia do quarto grupo no Reino, calendário das próximas visitas nem número total de participantes desta edição. Também não detalha horários, número de guias, idiomas usados na orientação ou se o grupo já cumpriu os ritos de Umrah em Makkah. Não há informação sobre quando o grupo chegou ao país ou se visitará outros locais.
Qual é o contexto do Programa de Umrah e Visita para 1448 AH? O programa leva o nome do Custódio das Duas Mesquitas Sagradas e, segundo a SPA, está em sua edição de 1448 AH. A organização das visitas cabe ao Ministério de Assuntos Islâmicos, Dawa e Orientação. O quarto grupo reúne países da Ásia Central, do Sul da Ásia, do Cáucaso, da Rússia, da Türkiye e da Oceania, o que mostra o alcance do programa a comunidades muçulmanas em continentes diferentes.