O ministro do Interior e presidente do conselho de administração do Centro Nacional de Falcões, príncipe Abdulaziz bin Saud bin Naif bin Abdulaziz, visitou neste 1º de outubro de 2026 a Exposição Internacional Saudita de Falcões e Caça 2026, organizada pelo Centro Nacional de Falcões no Centro de Exposições e Convenções de Riade, em Malham.
Conforme informou a agência estatal saudita SPA, o ministro percorreu a exposição e examinou seus pavilhões, zonas, experiências e eventos, além das ofertas de entidades, empresas e marcas locais e internacionais participantes.
A visita incluiu diversas áreas relacionadas a falcões, falcoaria, caça, viagens e aventuras, bem como as experiências culturais, educacionais e de entretenimento oferecidas pela exposição, que neste ano apresenta conteúdo ampliado e diversificado para os visitantes.
O príncipe Abdulaziz bin Saud também observou a área de armas, munições e acessórios, a primeira e única do gênero no Reino. Ela reúne empresas especializadas em armas de caça e tiro, armas de ar comprimido e equipamentos relacionados, e exibe mais de 5.000 produtos que representam mais de 181 marcas internacionais.
A exposição é organizada como parte dos esforços do Centro Nacional de Falcões para preservar e desenvolver o patrimônio da falcoaria, transmitir conhecimento e valores às gerações futuras e fortalecer a posição do Reino como destino internacional para falcoeiros e entusiastas.
A iniciativa também apoia atividades econômicas relacionadas a falcões, caça e viagens, e amplia oportunidades de participação e investimento nesses campos.
Quem acompanha o setor de falcoaria no Reino sabe o peso que uma visita ministerial tem para a comunidade de criadores e praticantes? A presença do ministro do Interior, que também preside o conselho de administração do Centro Nacional de Falcões, sinaliza atenção institucional a um segmento que mistura patrimônio, esporte e negócios.
O Centro de Exposições e Convenções de Riade, em Malham, recebe a mostra, que segundo a SPA oferece neste ano conteúdo ampliado e diversificado. O que muda, na prática, para o visitante que já conhece as edições anteriores? A própria agência descreve zonas, experiências e eventos como parte do percurso do ministro, sem detalhar números de público ou de expositores totais.
A área de armas, munições e acessórios merece atenção separada. A SPA a apresenta como a primeira e única de seu tipo no Reino, com empresas especializadas em armas de caça e tiro, armas de ar comprimido e equipamentos correlatos. São mais de 5.000 produtos de mais de 181 marcas internacionais, segundo a agência.
Como um espaço dedicado a armas e acessórios se conecta ao universo da falcoaria? Na prática, a caça com aves de rapina depende de equipamentos específicos, e a exposição reúne fabricantes e marcas que atendem tanto praticantes quanto colecionadores. A SPA não informa quais marcas específicas participam nem a origem de cada uma.
A falcoaria, no Reino, é tratada como herança a ser preservada e transmitida. O Centro Nacional de Falcões organiza a exposição justamente com esse objetivo declarado: manter viva a prática, passar conhecimento e valores às próximas gerações e consolidar o país como destino internacional para falcoeiros e entusiastas.
Isso basta para sustentar a ambição de ser um destino internacional? A SPA menciona a meta, mas não apresenta dados de visitantes estrangeiros nem comparativos com outras feiras do setor. O que está documentado é a realização do evento em Riade e a visita do ministro, com percurso por áreas de falcões, falcoaria, caça, viagens e aventuras.
Além do aspecto cultural, a exposição é descrita como apoio a atividades econômicas ligadas a falcões, caça e viagens, e como ampliação de oportunidades de participação e investimento nesses campos. Quem investe no setor encontra ali vitrine para produtos, serviços e marcas? A SPA afirma que sim, ao citar entidades, empresas e marcas locais e internacionais entre as ofertas do evento.
O texto da agência não detalha valores de negócios fechados, número de estandes, área total ocupada nem programação diária. Também não informa quantos visitantes passaram pelo centro de exposições até o momento da visita ministerial, nem se há metas de público para esta edição.
A visita do ministro ocorreu no primeiro dia de outubro de 2026, segundo a SPA, com registro às 19h26 no horário local e 16h26 GMT. A agência distribuiu a nota com o código 0073.
Para quem acompanha o calendário de eventos de Riade, a mostra de falcões e caça se soma a outras iniciativas de temporada na cidade. Ainda assim, a SPA não estabelece comparações com outras feiras nem projeta impactos econômicos amplos. O que se sabe é o que a agência publicou: local, data, percurso do ministro, áreas temáticas e os números da área de armas e acessórios.
Resta saber como o público responderá ao conteúdo ampliado desta edição. A exposição segue como vitrine da falcoaria saudita e de seu ecossistema de caça, viagens e equipamentos, com a chancela do Centro Nacional de Falcões e a presença de seu presidente de conselho, o ministro do Interior.
Quem visitou a exposição e onde ela ocorre? O ministro do Interior e presidente do conselho de administração do Centro Nacional de Falcões, príncipe Abdulaziz bin Saud bin Naif bin Abdulaziz, visitou a mostra em 1º de outubro de 2026. O evento é organizado pelo Centro Nacional de Falcões no Centro de Exposições e Convenções de Riade, em Malham, conforme informou a agência estatal saudita SPA.
O que o ministro viu durante o percurso? Ele percorreu pavilhões, zonas, experiências e eventos, além das ofertas de entidades, empresas e marcas locais e internacionais. A visita incluiu áreas de falcões, falcoaria, caça, viagens e aventuras, e também as experiências culturais, educacionais e de entretenimento da exposição, que neste ano tem conteúdo ampliado e diversificado, segundo a SPA.
O que há na área de armas e acessórios? A SPA descreve essa área como a primeira e única do gênero no Reino. Ela reúne empresas especializadas em armas de caça e tiro, armas de ar comprimido e equipamentos relacionados, e exibe mais de 5.000 produtos que representam mais de 181 marcas internacionais. Não há, na nota, lista de marcas nem origem por país.
Qual é o objetivo declarado da exposição? O Centro Nacional de Falcões organiza a mostra para preservar e desenvolver o patrimônio da falcoaria, transmitir conhecimento e valores às gerações futuras e fortalecer a posição do Reino como destino internacional para falcoeiros e entusiastas. A SPA também cita apoio a atividades econômicas de falcões, caça e viagens e ampliação de oportunidades de participação e investimento.
Quais dados a SPA não divulgou? A nota não informa número de visitantes, total de expositores, área ocupada, valores de negócios, programação diária nem metas de público. Também não detalha quais marcas internacionais participam da área de armas e acessórios. O registro traz data, local, percurso do ministro, áreas temáticas e os números dessa área específica.





