O Fórum Econômico de Riade, em sua 12ª sessão, vai discutir um estudo sobre como maximizar os retornos econômicos e sociais da hospedagem da Expo 2030 e da Copa do Mundo de 2034 pela Arábia Saudita. A sessão será realizada sob o patrocínio do Guardião das Duas Mesquitas Sagradas, o rei Salman bin Abdulaziz Al Saud, de 12 a 14 de outubro.
Conforme informou a agência estatal saudita SPA em 1º de outubro de 2026, o estudo integra os esforços do fórum para desenvolver o setor empresarial do Reino. A discussão ocorre em um momento em que o país se prepara para receber dois eventos de porte internacional, e o foco está em como transformar essa hospedagem em resultados duradouros para a economia e a sociedade sauditas.
O estudo tem como objetivo maximizar o impacto econômico e social da hospedagem desses eventos por meio do fortalecimento da imagem do Reino, da consolidação de sua identidade nacional e da valorização de sua profundidade civilizacional. Além disso, o trabalho pretende apoiar o crescimento do PIB, gerar oportunidades de emprego de qualidade, estimular investimentos internos e externos, desenvolver a infraestrutura e a infraestrutura digital e impulsionar os setores de transporte e logística, ampliando assim a competitividade e a eficiência da economia nacional.
Mas o que significa, na prática, maximizar o retorno social de um evento como a Expo 2030? O estudo sugere que o impacto esperado dos dois eventos se estenderá além do período em que são realizados, contribuindo para a construção de um legado sustentável baseado em vários pilares. Entre eles estão a capacitação de pessoas, o apoio à inovação, o desenvolvimento de parcerias entre os setores público e privado e a consolidação dos princípios de governança e transparência na gestão de grandes projetos.
A escolha do Fórum Econômico de Riade como palco dessa discussão não é casual. O evento é descrito como parte dos esforços para desenvolver o setor empresarial do Reino, o que conecta diretamente o debate sobre os grandes eventos à agenda mais ampla de fortalecimento da iniciativa privada saudita. Afinal, quem serão os principais beneficiados por esse legado: as grandes empresas, as pequenas e médias, ou a população em geral?
O texto da SPA detalha que o estudo busca apoiar o crescimento do PIB, um dos indicadores centrais da estratégia econômica do país. A menção ao PIB aparece ao lado de outros objetivos, como a geração de empregos de qualidade e o estímulo a investimentos internos e externos. Esses elementos formam um conjunto de metas que o fórum pretende examinar durante os três dias de sessão, de 12 a 14 de outubro.
A infraestrutura e a infraestrutura digital também estão entre as áreas que o estudo pretende desenvolver. Esse ponto dialoga com a realização de eventos de grande porte, que costumam exigir obras de mobilidade, conectividade e serviços. O mesmo vale para os setores de transporte e logística, citados explicitamente como beneficiários do impulso esperado. Como garantir que essas melhorias cheguem também às cidades que não sediarão jogos ou pavilhões?
Outro eixo do estudo é o fortalecimento da imagem do Reino no exterior. Segundo a SPA, o objetivo é maximizar o impacto da hospedagem dos eventos também por meio da projeção internacional do país. A consolidação da identidade nacional e a valorização da profundidade civilizacional aparecem como componentes desse esforço, sugerindo que o fórum enxerga os eventos como vitrines culturais, e não apenas como oportunidades comerciais.
A construção de um legado sustentável é apresentada como resultado de longo prazo. O estudo afirma que o impacto esperado se estende além do período de realização da Expo 2030 e da Copa do Mundo de 2034. Esse legado estaria apoiado na capacitação de pessoas e no incentivo à inovação, dois elementos que remetem ao capital humano e à capacidade tecnológica do país. Será que o legado será medido apenas em números econômicos ou também em mudanças duradouras na vida cotidiana?
As parcerias entre os setores público e privado são outro pilar destacado. O estudo menciona o desenvolvimento dessas parcerias como parte da estratégia para maximizar os retornos dos dois eventos. Essa abordagem coloca o setor privado como parceiro central na execução de projetos ligados à Expo 2030 e à Copa 2034, o que dialoga com o objetivo declarado do fórum de desenvolver o setor empresarial do Reino.
A governança e a transparência na gestão de grandes projetos também aparecem entre os princípios que o estudo pretende consolidar. A menção a esses princípios indica que o fórum pretende tratar não apenas do volume de investimentos, mas também da forma como eles serão administrados. Em projetos de grande porte, a gestão transparente costuma ser apontada como condição para evitar desperdícios e garantir previsibilidade. Como aplicar esses princípios em obras que envolvem múltiplos órgãos e empresas?
O Fórum Econômico de Riade chega à sua 12ª sessão com essa pauta. O evento será realizado de 12 a 14 de outubro, sob o patrocínio do rei Salman bin Abdulaziz Al Saud. A SPA informou que a discussão do estudo ocorre como parte dos esforços do fórum para desenvolver o setor empresarial do Reino, o que situa o debate sobre a Expo 2030 e a Copa 2034 dentro de uma agenda mais ampla de política econômica.
Vale notar que o estudo não se limita a projetar benefícios. Ele também organiza esses benefícios em categorias: imagem e identidade, crescimento econômico, empregos, investimentos, infraestrutura, transporte e logística, legado sustentável, inovação, parcerias público-privadas e governança. Essa estrutura sugere uma tentativa de transformar a hospedagem dos eventos em um programa de desenvolvimento com metas identificáveis, e não apenas em uma celebração esportiva ou expositiva.
A relação entre os dois eventos e a economia nacional é apresentada como um caminho de mão dupla. De um lado, a hospedagem exige investimentos e obras; de outro, espera-se que ela deixe um legado de infraestrutura, conhecimento e reputação. O estudo afirma que o impacto se estende além do período de realização, o que reforça a ideia de que o retorno não termina com o apito final ou com o fechamento dos pavilhões. Quem será responsável por acompanhar esse legado depois que os eventos acabarem?
O texto da SPA não informa valores, prazos específicos de execução, número de empregos previstos ou metas quantitativas para o crescimento do PIB. Também não detalha quais setores do empresariado participarão das discussões nem se o estudo será publicado na íntegra. A nota se concentra nos objetivos e nos eixos temáticos do trabalho que será debatido no fórum.
O que se sabe é que a 12ª sessão do Fórum Econômico de Riade ocorrerá de 12 a 14 de outubro, sob o patrocínio do rei Salman bin Abdulaziz Al Saud, e que o estudo sobre a maximização dos retornos econômicos e sociais da Expo 2030 e da Copa do Mundo de 2034 estará entre os temas em discussão. A SPA descreve o trabalho como parte dos esforços do fórum para desenvolver o setor empresarial do Reino, o que conecta o debate sobre os grandes eventos à agenda de competitividade e eficiência da economia nacional.
Com a proximidade dos dois eventos, a discussão proposta pelo fórum coloca em evidência a pergunta central: como converter a visibilidade internacional e os investimentos em benefícios que permaneçam para além das datas de realização? O estudo aponta caminhos, mas a resposta dependerá da execução das parcerias, da governança dos projetos e da capacidade de distribuir os ganhos pela economia e pela sociedade sauditas.
O que será discutido na 12ª sessão do Fórum Econômico de Riade? A 12ª sessão do Fórum Econômico de Riade vai discutir um estudo sobre como maximizar os retornos econômicos e sociais da hospedagem da Expo 2030 e da Copa do Mundo de 2034 pela Arábia Saudita. Conforme informou a agência estatal saudita SPA, o evento será realizado de 12 a 14 de outubro, sob o patrocínio do Guardião das Duas Mesquitas Sagradas, o rei Salman bin Abdulaziz Al Saud. A discussão integra os esforços do fórum para desenvolver o setor empresarial do Reino.
Quais objetivos econômicos o estudo pretende alcançar? O estudo pretende apoiar o crescimento do PIB, gerar oportunidades de emprego de qualidade, estimular investimentos internos e externos, desenvolver a infraestrutura e a infraestrutura digital e impulsionar os setores de transporte e logística. Segundo a SPA, o objetivo é ampliar a competitividade e a eficiência da economia nacional. O trabalho também busca fortalecer a imagem do Reino, consolidar sua identidade nacional e valorizar sua profundidade civilizacional.
Como o estudo define o legado sustentável dos eventos? O estudo afirma que o impacto esperado dos dois eventos se estenderá além do período em que são realizados, contribuindo para um legado sustentável. Esse legado se baseia na capacitação de pessoas, no apoio à inovação, no desenvolvimento de parcerias entre os setores público e privado e na consolidação dos princípios de governança e transparência na gestão de grandes projetos. A SPA não informa prazos específicos nem metas quantitativas para esse legado.
Quais setores devem ser beneficiados pela hospedagem dos eventos? A SPA cita explicitamente os setores de transporte e logística, além do desenvolvimento da infraestrutura e da infraestrutura digital. O estudo também menciona o estímulo a investimentos internos e externos e a geração de empregos de qualidade. A ampliação da competitividade e da eficiência da economia nacional aparece como resultado esperado desse conjunto de medidas, que serão debatidas no fórum de 12 a 14 de outubro.
O estudo informa valores ou prazos de execução? Não. O texto da SPA não informa valores, prazos específicos de execução, número de empregos previstos ou metas quantitativas para o crescimento do PIB. A nota também não detalha quais setores do empresariado participarão das discussões nem se o estudo será publicado na íntegra. O material se concentra nos objetivos e nos eixos temáticos do trabalho que será debatido na 12ª sessão do Fórum Econômico de Riade.
Por que o fórum discute a Expo 2030 e a Copa 2034 juntas? A SPA informa que o estudo faz parte dos esforços do fórum para desenvolver o setor empresarial do Reino, o que conecta os dois eventos à agenda de competitividade e eficiência da economia nacional. O trabalho trata a hospedagem da Expo 2030 e da Copa do Mundo de 2034 como oportunidades de construir um legado sustentável, com parcerias público-privadas, inovação e governança. A nota não detalha como cada evento será tratado separadamente nas discussões.





