Saturday, November 7, 2026
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Chanceler saudita discursa na 81ª Assembleia Geral da ONU em Nova York

Chanceler saudita discursa na 81ª Assembleia Geral da ONU em Nova York

O ministro das Relações Exteriores da Arábia Saudita, o príncipe Faisal bin Farhan bin Abdullah, entregou o discurso do Reino da Arábia Saudita no sábado, na 81ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York.

Conforme informou a agência estatal saudita SPA em 27 de setembro de 2026, o texto integral do discurso foi divulgado pela própria agência. A fala foi proferida na sede das Nações Unidas, na cidade de Nova York, durante o debate geral da sessão.

O chanceler abriu o discurso com a saudação islâmica e dirigiu-se às majestades, excelências e altezas presentes, ao presidente da Assembleia Geral da ONU, ao secretário-geral das Nações Unidas e aos delegados distintos.

No início da fala, o ministro parabenizou Khalilur Rahman por sua eleição como presidente da 81ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas e desejou-lhe sucesso na condução dos trabalhos desta sessão. O chanceler também agradeceu a Annalena Baerbock por seus esforços como presidente da 80ª sessão.

O ministro expressou ainda seus profundos agradecimentos e apreço ao secretário-geral das Nações Unidas, Antonio Guterres, por seus esforços contínuos a serviço dos propósitos das Nações Unidas.

Ao se dirigir ao presidente da Assembleia, o chanceler observou que esta sessão se reúne em um momento em que o mundo e o sistema multilateral enfrentam desafios rápidos e sem precedentes. Com crises e conflitos persistindo em muitas partes do mundo, disse ele, cresce a necessidade de defender os princípios da Carta da ONU, respeitar o direito internacional e fortalecer a eficácia das instituições internacionais na manutenção da paz e da segurança e na consecução do desenvolvimento sustentável.

O ministro afirmou que as crises decorrem menos da falta de recursos ou de oportunidades do que da falta de compromisso com os princípios acordados pela comunidade internacional. Não é essa uma constatação que deveria levar todos os Estados a reexaminar a própria adesão aos compromissos assumidos?

O chanceler declarou que o Reino da Arábia Saudita e os países da região foram submetidos a ataques iranianos flagrantes que visaram seus recursos de segurança, seus ativos nacionais e suas instalações civis e econômicas. A Arábia Saudita reafirma, segundo o discurso, seu pleno direito de proteger sua segurança, sua soberania, seus cidadãos, seus residentes e seus ativos nacionais, e apela à comunidade internacional para que assuma suas responsabilidades diante desses ataques. Como pode o sistema multilateral permanecer credível se os ataques contra instalações civis e econômicas não encontram resposta coletiva?

O texto divulgado pela SPA registra que o discurso foi proferido no sábado, durante a 81ª sessão da Assembleia Geral, e que o chanceler falou em nome do Reino da Arábia Saudita. A agência estatal publicou a íntegra da fala, cujo trecho disponibilizado se encerra no ponto em que o ministro pede que a comunidade internacional «assuma suas responsabilidades» diante dos ataques que, segundo ele, atingiram recursos de segurança, ativos nacionais e instalações civis e econômicas do Reino e de países da região.

A sessão em curso é a 81ª da Assembleia Geral das Nações Unidas, e o discurso saudita ocorreu em Nova York, no sábado, conforme a data indicada pela agência. O chanceler saudita é o príncipe Faisal bin Farhan bin Abdullah, ministro das Relações Exteriores do Reino.

Na abertura, o ministro cumprimentou o presidente da 81ª sessão, Khalilur Rahman, eleito para o cargo, e agradeceu à presidente da 80ª sessão, Annalena Baerbock, pelos esforços à frente dos trabalhos anteriores. O agradecimento ao secretário-geral Antonio Guterres foi feito em nome do Reino, segundo o texto distribuído.

Ao tratar do cenário internacional, o chanceler situou a sessão em um contexto de desafios rápidos e sem precedentes para o mundo e para o sistema multilateral, com crises e conflitos que persistem em muitas partes do globo. Nesse quadro, defendeu a necessidade crescente de sustentar os princípios da Carta das Nações Unidas, de respeitar o direito internacional e de reforçar a efetividade das instituições internacionais tanto na manutenção da paz e da segurança quanto na busca do desenvolvimento sustentável. Que leitura os demais Estados presentes farão desse apelo à efetividade das instituições?

O ministro sustentou que as crises derivam menos da ausência de recursos ou de oportunidades do que da ausência de compromisso com os princípios que a comunidade internacional acordou entre si. A formulação, registrada no texto divulgado, desloca o diagnóstico das carências materiais para a esfera dos compromissos políticos assumidos pelos Estados.

Na parte do discurso dedicada à segurança regional, o chanceler afirmou que o Reino da Arábia Saudita e países da região foram alvo de ataques iranianos flagrantes contra recursos de segurança, ativos nacionais e instalações civis e econômicas. Diante disso, reafirmou o pleno direito saudita de proteger a segurança, a soberania, os cidadãos, os residentes e os ativos nacionais do Reino, e conclamou a comunidade internacional a cumprir suas responsabilidades. O trecho disponibilizado pela agência encerra-se nesse chamado, sem detalhar medidas específicas. Quais respostas concretas a comunidade internacional estaria disposta a oferecer diante desse chamado?

O discurso ocorre em um momento em que, segundo o próprio chanceler, crises e conflitos persistem em várias partes do mundo, o que, na avaliação apresentada, reforça a urgência de se preservar o marco da Carta da ONU e de se respeitar o direito internacional. A fala associa essa urgência à necessidade de instituições internacionais mais eficazes, tanto para a paz e a segurança quanto para o desenvolvimento sustentável.

O texto divulgado pela SPA não informa a duração do discurso, nem o número de delegações presentes, nem o horário exato da intervenção. Também não indica quais outros oradores se pronunciaram na mesma sessão, nem o teor das demais falas. A íntegra publicada pela agência contém a saudação inicial, os agradecimentos institucionais, a avaliação sobre o sistema multilateral, a posição sobre as crises e o trecho sobre os ataques atribuídos ao Irã e o direito saudita de proteger sua segurança e seus ativos.

O ministro dirigiu-se formalmente às majestades, excelências e altezas, ao presidente da Assembleia Geral, ao secretário-geral das Nações Unidas e aos delegados distintos, conforme a abertura do texto. A saudação islâmica abriu a fala, seguida da congratulação a Khalilur Rahman e do agradecimento a Annalena Baerbock e a Antonio Guterres.

O Reino da Arábia Saudita foi representado na tribuna pelo ministro das Relações Exteriores, o príncipe Faisal bin Farhan bin Abdullah, que entregou o discurso em nome do país. A 81ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas reúne-se em Nova York, e o discurso saudita foi proferido no sábado, segundo a SPA.

Na avaliação exposta pelo chanceler, o mundo e o sistema multilateral enfrentam desafios rápidos e sem precedentes, e a resposta a esse quadro estaria na fidelidade aos princípios da Carta, no respeito ao direito internacional e no fortalecimento das instituições internacionais. O ministro vinculou esse fortalecimento à manutenção da paz e da segurança e à consecução do desenvolvimento sustentável. Não seria esse o momento de perguntar como os compromissos multilaterais se traduzem em resultados concretos para as populações afetadas por conflitos?

Ao afirmar que as crises decorrem menos da falta de recursos ou de oportunidades do que da falta de compromisso com os princípios acordados, o chanceler apresentou um diagnóstico que responsabiliza a própria comunidade internacional pela distância entre os princípios e sua aplicação. O texto não detalha exemplos específicos além da referência aos ataques atribuídos ao Irã contra o Reino e países da região.

O ministro reafirmou o direito saudita de proteger a segurança, a soberania, os cidadãos, os residentes e os ativos nacionais, e pediu que a comunidade internacional cumpra suas responsabilidades. O trecho disponibilizado pela agência não especifica quais medidas seriam esperadas, nem menciona prazos, mecanismos ou foros em que esse chamado seria tratado. Que forma deveria assumir, na prática, essa responsabilidade coletiva?

A fala saudita na 81ª sessão insere-se no debate geral da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, e foi divulgada pela agência estatal saudita, que publicou o texto integral. O discurso começa com a saudação islâmica, passa pelos agradecimentos ao presidente da sessão, à presidente anterior e ao secretário-geral, e segue com a avaliação sobre o sistema multilateral e a posição sobre a segurança regional.

O texto não informa se houve reuniões bilaterais à margem da sessão, nem se o chanceler manteve encontros com outras delegações durante a estada em Nova York. Também não indica a composição da delegação saudita presente, nem o número de integrantes. A agência limitou-se a divulgar a íntegra do discurso e a informar a data, o local e o orador.

O ministro encerrou o trecho disponibilizado com o apelo à comunidade internacional para que assuma suas responsabilidades diante dos ataques que, segundo ele, atingiram o Reino e países da região. O restante do texto não foi incluído no material fornecido, e a agência não acrescentou comentários além da transcrição da fala. Como o debate geral da 81ª sessão responderá a esse chamado permanece uma questão em aberto.

Quem entregou o discurso saudita na 81ª Assembleia Geral da ONU? O ministro das Relações Exteriores, o príncipe Faisal bin Farhan bin Abdullah, entregou o discurso do Reino da Arábia Saudita na 81ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, no sábado, conforme informou a agência estatal saudita SPA em 27 de setembro de 2026. A agência publicou a íntegra do texto, que abre com a saudação islâmica e se dirige ao presidente da Assembleia, ao secretário-geral e aos delegados.

O que o chanceler disse sobre o sistema multilateral? O ministro afirmou que a sessão se reúne em um momento em que o mundo e o sistema multilateral enfrentam desafios rápidos e sem precedentes, com crises e conflitos persistindo em muitas partes do mundo. Segundo o discurso, cresce a necessidade de defender os princípios da Carta da ONU, respeitar o direito internacional e fortalecer a eficácia das instituições internacionais na manutenção da paz e da segurança e na consecução do desenvolvimento sustentável.

Qual foi o diagnóstico apresentado sobre as crises internacionais? O chanceler declarou que as crises decorrem menos da falta de recursos ou de oportunidades do que da falta de compromisso com os princípios acordados pela comunidade internacional. A formulação, registrada no texto divulgado pela SPA, desloca o diagnóstico das carências materiais para a esfera dos compromissos políticos assumidos pelos Estados, sem detalhar exemplos além da referência aos ataques atribuídos ao Irã contra o Reino e países da região.

O que o discurso disse sobre ataques iranianos e o direito saudita? O ministro afirmou que o Reino da Arábia Saudita e países da região foram submetidos a ataques iranianos flagrantes que visaram seus recursos de segurança, ativos nacionais e instalações civis e econômicas. O chanceler reafirmou o pleno direito saudita de proteger a segurança, a soberania, os cidadãos, os residentes e os ativos nacionais, e apelou à comunidade internacional para que assuma suas responsabilidades diante desses ataques.

Quem o chanceler cumprimentou e agradeceu no discurso? O ministro parabenizou Khalilur Rahman por sua eleição como presidente da 81ª sessão da Assembleia Geral da ONU e desejou-lhe sucesso na condução dos trabalhos. Também agradeceu a Annalena Baerbock por seus esforços como presidente da 80ª sessão e expressou profundos agradecimentos ao secretário-geral das Nações Unidas, Antonio Guterres, por seus esforços contínuos a serviço dos propósitos da ONU.

O que o texto divulgado não informa sobre a participação saudita? O material divulgado pela SPA não informa a duração do discurso, o número de delegações presentes, o horário exato da intervenção, nem quais outros oradores se pronunciaram na mesma sessão. Também não indica se houve reuniões bilaterais à margem da sessão, nem a composição da delegação saudita presente. O trecho disponibilizado encerra-se no apelo à comunidade internacional para que assuma suas responsabilidades.